domingo, 15 de agosto de 2010

SINAIS E SINTOMAS DA CANDIDÍASE CRÔNICA

Cândida albicans é um fungo comum no ambiente e está presente em muitos dos alimentos que consumimos. Ela tabém habita o trato gastrointestinal e nas mulheres a parede vaginal, é ela que causa o "sapinho" nas crianças e a vulvo-vaginite nas mulheres.
Sinais e sintomas da candidíase crônica:
-Necessidade de comer açúcar, pão, leite e derivados;
-Gases;
-Disturbios digestivos;
-Alteração no hábito intestinal;
-Eructação;
-Azia;
-Congestão nazal e coriza;
-Coceira no nariz;
-Urticárias;
-Pele seca e infecções por fungos;
-Sonolência;
-Depressão;
-Ansiedade;
-Tonturas;
-Hiper-irritabilidade;
-Alterações bruscas de humor;
-Retenção de líquidos;
-Dores de cabeça;
-Dores musculares e articulares;
-Infecções urinárias frequentes, etc.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sete recém-nascidos estão isolados em UTI de hospital gaúcho por causa de fungo

Após a morte de um bebê e a confirmação de que cinco recém-nascidos estão infectados pela presença de um fungo no organismo, foram suspensas as internações na UTI neonatal no Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), na região central do Rio Grande do Sul. Segundo o médico Arnaldo Teixeira Rodrigues, diretor-clínico do HUSM, dos 14 bebês internados, sete estão isolados e há confirmação de que cinco estão com uma candidíase sistêmica, uma doença invasiva.

- Trata-se de um fungo comum em unidades fechadas que, em alguns casos, ocasiona uma baixa na imunidade e evolui para infecções sistêmicas mais severas - revela.

Todos estão sendo tratados, com quadro estável, e não apresentam risco iminente de morrerem
Dos 18 leitos da UTI neonatal do HUSM, 14 estão ocupados. Deste total, sete leitos de recém-nascidos estão isolados.

- A gente tem a confirmação de que cinco crianças apresentam quadros infecciosos, um bebê é suspeito e outro apresenta infecção de pele. Mas, todos estão sendo tratados, com quadro estável, e não apresentam risco iminente de morrerem - garante.

Segundo o diretor-clínico do HUSM, todas as medidas de precaução foram tomadas para impedir a propagação do fungo e o avanço de quadros infecciosos. De acordo com Rodrigues, instrumentos de trabalho, instalações e materiais, em geral, estão sendo monitorados.

- A gente fez vários exames, como para testar a presença do fungo na água, por exemplo, e até agora nada foi detectado - assegura.

No último fim de semana, um bebê que estava internado há vários dias na UTI neonatal do hospital morreu após que o fungo se instalasse em seu organismo.

- A gente não pode dizer que ele morreu por causa do fungo. O bebê estava internado há bastante tempo e apresentava vários outros fatores de risco para a morte. A candidíase foi apenas um fator a mais - ressalta.

Todos os dias, são realizados no hospital cerca de 250 atendimentos de pronto-socorro, obstétricos e clínicos. Segundo o diretor, não há risco de contaminação e as operações seguem em risco normal.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Candidíase no homem


A candidíase no homem é muito comum, apesar de alguns não apresentarem sintomas. Quando o crescimento do fungo é exageradamente grande, o homem então apresenta sintomas similares ao da candidíase vulvovaginal.
Abaixo estão alguns dos mais comuns sintomas da candidíase peniana:

- Dor durante a relação sexual;
- Sensação de queimação ao urinar;
- assaduras na cabeça do pênis;
- Leve inchaço;
- Eventual corrimento semelhante ao sêmem.
Homens adquirem candidíase peniana ao terem contato sexual com uma parceira contaminada ou devido a uma fraqueza no sistema imunológico. Alergias a alimentos e agentes químicos também podem desencadear a candidíase em homens. A candidíase entretanto não é considerada uma doença sexualmente transmissível e este fato não é comum. Para que a transmissão ocorra, geralmente o ato deve ocorrer no período em que a mulher está tendo uma crise. A raridade se dá pelo fato de que a mulher nesse estado não quer ter relações sexuais. A transmissão geralmente ocorre durante os primeiros dias da crise quando os sintomas ainda não são tão desconfortáveis.

Ao ser diagnosticado com candidíase peniana, o homem deve abster-se do sexo até que a crise tenha passado. Muitas vezes, a mulher infectada passa a doença para o parceiro e quando já está curada, pega a doença do parceiro novamente.
A utilização de remédios pode tornar o fungo mais resistente com o tempo.

Causas da candidíase masculina
A candidíase pode ser causada por vários fatores, mas só se manifesta no homem quando seu sistema imunológico está diminuído. As principais causas de candidíase são:

Contato íntimo sem camisinha com um casal infectado pelo fungo Candida albicans;
Uso freqüente de antibióticos, corticosteróides ou antidepressivos;
Diabetes;
Má higiene da região íntima;
Doenças que diminuem o sistema imunológico, como AIDS e lúpus;
Quimioterapia
Alimentos ricos em doces.
Além da candidíase região perianal pode afetar a boca, garganta, unhas, pele e couro cabeludo.

Como tratar candidíase em homens
A candidíase tem cura e seu tratamento no homem pode ser feito em casa com o uso de pomadas antifúngicas, como o fluconazol, que deve ser aplicado diariamente por 7 a 10 dias, de acordo com a prescrição médica.

Quando o tratamento para candidíase com pomada não tem efeito ou em casos de candidíase recorrente, antifúngicos orais como fluconazol ou cetoconazol também podem ser usados ​​por 14 dias.

Outra estratégia para ajudar a curar a candidíase mais rapidamente é comprar alimentos como salsa e limão para serem usados ​​como temperos em saladas ou espremidos em um pouco de água sem adoçar. Veja outras receitas caseiras para tratar a candidíase.

Sintomas de candidíase no homem
Os sintomas da candidíase no homem estão relacionados à infecção do pênis e incluem:

Dor ou queimação durante o contato íntimo;
Comichão
Vermelhidão, inchaço ou placas brancas na glande;
Fluxo semelhante ao sêmen.
O homem deve consultar um urologista se algum destes sintomas, o diagnóstico é feito através da avaliação do pénis e um teste de laboratório, onde uma pequena amostra das lesões na região perianal são recolhidos para avaliar a presença do fungo.

Como prevenir a candidíase
É comum que a candidíase apareça novamente, para evitar a recorrência desta doença deve:

Faça uma dieta adequada, rica em água, frutas e legumes para fortalecer o sistema imunológico;
Evite usar roupas quentes, apertadas ou úmidas;
Adequadamente higienizar a região perianal;
Use preservativos em relacionamentos íntimos.

Fortalecer o sistema imunológico é uma excelente maneira de prevenir a proliferação de Candida Albicans, por isso você deve consumir menos açúcar, praticar atividade física e ter uma alimentação saudável e constante.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Candidiase, candida na gravidez

A cândida é sem dúvida, a espécie mais comum de fungo que habita a vagina. Normalmente a vagina é habitada por vários microorganismos (bactérias e fungos) que constituem sua flora fisiológica normal. Quando ocorre desequilíbrio nesta flora ou nos mecanismos de defesa da mulher, existe crescimento da cândida, levando ao surgimento de um corrimento branco, grumoso, geralmente sem odor, porém com intenso prurido (coceira) ou ardência; entretanto, o aspecto pode ser variável. Outras queixas comuns são inchaço vulvar, dor durante a relação sexual e ardência ao urinar. Freqüentemente os sintomas podem surgir no período prévio à menstruação. Quase 75% das mulheres experimentarão pelo menos um episódio de candidíase vulvovaginal durante suas vidas, e cerca de 5% sofrerão de episódios repetitivos.

O uso de antibióticos e corticóides podem alterar a flora vaginal normal e os mecanismos de defesa, causando um aumento do fungo. Durante a gravidez a cândida também pode aumentar, pelas mudanças no meio vaginal que ocorrem nessa fase, devido às alterações hormonais no organismo da gestante. Alguns anticoncepcionais podem facilitar o aumento da população de fungos, pelo mesmo mecanismo da gestação.

Pacientes diabéticas sem controle da doença podem ter episódios de repetição da candidíase, pelo aumento da concentração de açúcares no conteúdo vaginal.

A higiene íntima inadequada pode causar contaminação da vagina com bactérias vindas do intestino, aumentando a chance de infecção vaginal. A higiene correta deve ser feita com o papel higiênico no sentido da vulva p/ o ânus (da frente para trás), nunca ao contrário, evitando assim a contaminação da vagina por germes que habitam as fezes. Vale lembrar também que as duchas intravaginais são desnecessárias. Além de causar desequilíbrio na flora vaginal normal, podem levar os germes para órgãos genitais mais altos (útero, ovário e trompas), causando danos à saúde.

O uso de roupas íntimas ou calças justas ou de tecido sintético prejudicam a ventilação, favorecendo o aumento da umidade e temperatura local, tornando o ambiente propício ao crescimento dos fungos. Assim, dê preferência ao uso de calcinhas de algodão. Pelo mesmo motivo, evite o uso de protetores (absorventes) íntimos diários, que prejudicam a ventilação. Na praia ou piscina evite ficar muito tempo com o maiô molhado, pois o ambiente quente e úmido favorece a proliferação dos fungos.

A transmissão da cândida por via sexual é controversa, pois a candidíase também ocorre em pessoas sem atividade sexual. Em alguns casos pode ser recomendado o tratamento do parceiro.

Existem diversos tratamentos para a candidíase, com medicamentos de uso local, como cremes ou óvulos vaginais para aplicação local, ou mesmo por via oral. Eventualmente podem ser utilizados esquemas de tratamento profilático para evitar novos episódios da doença naquelas pacientes com candidíase de repetição. Seu ginecologista poderá orientá-la quanto ao melhor tratamento possível.

domingo, 19 de julho de 2009

Candidíase, saiba tudo sobre

A candidíase, especialmente a candidíase vaginal, é uma das causas mais frequentes de infecção genital. Caracteriza-se por prurido (coceira), ardor, dispareunia (dor ao coito) e pela eliminação de um corrimento vaginal em grumos, semelhante à nata do leite. Com frequência, a vulva e a vagina encontram-se edemaciadas (inchadas) e hiperemiadas (avermelhadas). As lesões podem estender-se pelo períneo, região perianal e inguinal (virilha). No homem apresenta-se com hiperemia da glande e prepúcio e eventualmente por um leve edema e pela presença de pequenas lesões puntiformes (em forma de pontos), avermelhadas e pruriginosas. Não é uma doença de transmissão exclusivamente sexual. Existem fatores que predispõe ao aparecimento da infecção : diabetes melitus, gravidez, uso de contraceptivos (anticoncepcionais) orais, uso de antibióticos e medicamentos imunosupressivos (que diminuem as defesas imunitárias do organismo), obesidade, uso de roupas justas etc.